Boa noite, pessoas! Até que enfim a dona Meh decidiu dar as caras por aqui, né? u_u~~ A escola anda tomando todo meu tempo - e criatividade. e.e"
Falando nisso, o professor de português pediu para fazermos uma crônica. Eu fiz a minha e fiquei muito orgulhosa com o meu trabalho. É tanto orgulho que vou forçar vocês a ler u_u q
Mentira, vou apenas postar aqui, se quiserem, leiam.
x x x
OBRIGADO
Um homem e uma mulher passeavam pela praça, as mãos entrelaçadas.
Era um dia frio de junho; a jovem mulher encolheu-se quando um vento
gelado passou, e, o homem, como um legítimo cavalheiro, descansou o
braço em seus ombros, um pouco tímido. A moça sorriu, constrangida
mas agradecida, dando-lhe um leve selinho.
Começara a garoar. Enquanto a moça comprava um lanche numa padaria,
o jovem comprara um guarda-chuva e a esperava do lado de fora, o
olhar distante. Ela voltou, e, ao vê-lo, sorriu, sacudindo a cabeça.
Logo deu-lhe um abraço apertado, que foi retribuído. Abraçaram-se
de lado, para caberem embaixo do guarda-chuva, parando de vez em
quando porque a mulher queria apreciar as vitrines.
O casal, então, passou por mim, obviamente não reparando em minha
presença. Entrei em um bistrô, pedindo logo um cappuccino. Respirei
fundo, peguei um pequeno bloquinho juntamente com um lápis que
sempre carregava comigo, escrevendo a seguinte frase:
Se eu pudesse dar um nome a esse amor, ele seria “obrigado”
Lembranças. Podem ser pequenas? Podem. Podem ser sem muito
significado? Sim. Mas não quer dizer que elas não existam, nem que
nós nos esqueçamos delas. Às vezes, as coisas mais simples são as
que mais valem a pena.
x x x
E aí? Gostaram? Odiaram? 8D *tiros* Não sei o porquê, mas eu gostei muito do que eu escrevi, sei lá. Ficou curtinho, mas a intenção foi boa. q
Anyway, adieu
m.
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